Gama

28 de Junho 2018

O automóvel japonês que conquistou o mundo: Honda Civic

Quando Soichiro Honda fundou a marca com o seu nome, estaria longe de imaginar que um modelo seu atingiria tamanho sucesso, tornando-se um dos automóveis mais vendidos no mundo inteiro. Dez gerações depois, o Honda Civic é o modelo mais icónico da marca japonesa, conquistando tudo e todos.

Com uma 10ª geração bem diferente daquela que apareceu pela primeira vez em 1972, este modelo da Honda continua a ser o preferido por parte dos portugueses, tendo já vendido mais de 92 000 viaturas, só no nosso país.

A primeira geração surgiu em 1972, nas versões três portas, cinco portas ou carrinha, e apresentando um motor de 1.169 CC. Nem dois anos depois, o Honda Civic era reformulado, aparecendo com um motor CVCC, que era mais eficiente em termos de emissões e consumo geral.

A segunda geração chegou em 1979, apresentando dimensões mais generosas, bem como um desenho que demonstrava uma maior evolução e preocupação por parte dos seus construtores. Os seus motores CVCC, que passaram a equipar toda a gama, eram conhecidos pelas emissões reduzidas e pelo baixo consumo, com duas versões de potência que disponibilizavam 56 CV a 68 CV. Os motores CVCC passaram a incluir uma 3ª válvula por cilindro  introduzindo-se assim a tecnologia “learn burn swirl” que permitia a utilização de mistura pobre combustível/ ar.

Em 1983, quando o Honda Civic já usufruía de bastante notoriedade no mercado, surge uma nova reformulação deste modelo, com a terceira geração. Com uma nova imagem e com uma maior superfície vidrada, foram disponibilizadas duas versões: carrinha e compacto. Com o estilo renovado, apareceram também os novos motores, cada vez melhores, atingindo já os 130 CV, no Japão. Nesse mesmo ano, surgia a variante Coupe, o conhecido CRX, ainda hoje icónico para muitos seguidores da marca japonesa.

Por exigência de um mercado em constante evolução e de uma marca determinada em ser pioneira, a Honda apresenta, em 1987, a quarta geração do Honda Civic. Desta vez, o foco foi na estética do automóvel, mostrando linhas mais aerodinâmicas e desportivas. O motor também evoluía de forma constante, modelo após modelo, apresentando-se cada vez mais avançado tecnologicamente e mais eficiente.

Quando, em 1991, a Honda apresenta a quinta geração do modelo Honda Civic, mostra uma carroçaria mais arredondada, com foco num modelo onde a eficiência e o equilíbrio entre a condução desportiva e os baixos consumos coexistissem.  Com esta geração, a Honda teve o cuidado de criar um modelo que satisfizesse todo o tipo de condutores, disponibilizando três tipos de carroçarias: três portas, coupé de duas portas e berlina, com a versão VTI a chamar à atenção devido ao seu motor 1.6 VTEC de 160 CV.

No entanto, o verdadeiro marco na história da Honda e do seu Honda Civic deu-se em 1996, com a sua sexta geração. Com linhas mais aerodinâmicas, surgiam duas novas carroçarias de estilo mais clássico: berlina e carrinha Aerodeck. Os motores continuavam a ter todo o destaque do mercado.

A sétima geração chegava com o novo milénio, apresentando um Honda Civic, com cinco portas, aproximando-se a um monovolume, e que se traduzia em mais espaço interior. A versão de três portas continuava com uma imagem mais desportiva, apresentando a primeira versão Type R comercializada na europa, e a linha coupé voltava em força.

A oitava geração do Honda Civic quebrou, por sua vez, com o padrão familiar que tinha vindo a ser apresentado até essa data. Em 2006, o Honda Civic apresentava-se com uma imagem que fazia lembrar um automóvel concept, com um exterior único e um interior dotado de um design também nunca antes visto, apresentando, pela primeira vez, os conhecidos bancos mágicos da marca, e a primeira versão híbrida, comercializada na Europa, deste carro.

Só em 2012 é que viríamos a conhecer a nona geração, que apresentava uma gama de motores com algumas modificações e uma evolução estética mais marcada. O destaque ia para o seu motor a Diesel 1.6 i-DTEC de 120 CV, que viria a conquistar o mercado europeu.

Quanto à décima geração, esta apareceu em 2017 e a espera valeu a pena: imagem totalmente nova, novos motores e novo desenho. Esta nova versão apresentou-se em Portugal com dois motores a gasolina sobrealimentados, de 1.0 litros, com 129 CV, e de 1.5 litros, com 182 CV. Quem também volta a entrar em cena é o Honda Civic Type R, com um motor de 2.0 VTEC de 320 CV. No inicio de 2018 ficou também disponível a versão diesel com um motor de 1.6 I-DTEC mais evoluído.

Terá a Honda atingido o patamar máximo com este modelo ou será que ainda podemos contar com mais gerações de sucesso deste icónico modelo? Seja como for, o Honda Civic já entrou para a história da marca e de muitas famílias portuguesas.

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